
Autismo em mulheres: por que os sinais podem ser diferentes e o diagnóstico é mais tardio?
Durante muitos anos, o autismo foi estudado e compreendido principalmente a partir de comportamentos observados em meninos. Como consequência, muitas mulheres cresceram sem diagnóstico, sem compreensão e sem suporte adequado. Hoje, a literatura científica tem ampliado esse olhar e cada vez mais se reconhece que o autismo em mulheres existe, mas muitas vezes passa despercebido. Isso faz com que o diagnóstico, em muitos casos, aconteça apenas na adolescência ou na vida adulta, após anos de dificuldades emocionais, sociais e internas




