Category: O instituto

Páscoa e seletividade alimentar: do cuidado na infância à vida adulta

A Páscoa é tradicionalmente associada ao consumo de chocolate e a momentos de socialização em torno da comida. No entanto, para pessoas com seletividade alimentar, desde a infância até a vida adulta,  esse período pode representar um desafio significativo, tanto do ponto de vista nutricional quanto comportamental. Mais do que uma simples preferência, a seletividade alimentar envolve fatores sensoriais, emocionais e neurológicos, que influenciam diretamente a relação com os alimentos. Quando não há acompanhamento adequado, essa condição pode persistir e

Leia mais »

Abril Azul: o autismo não termina na infância, entenda a vida adulta no TEA

Por que é essencial olhar para o futuro e construir autonomia na vida adulta O mês de abril é marcado pela conscientização sobre o autismo. Durante o Abril Azul, vemos uma grande mobilização voltada à infância, diagnóstico precoce, intervenções e inclusão escolar. Mas existe uma pergunta que ainda é pouco discutida: 👉 O que acontece com a pessoa com TEA quando ela cresce? O autismo não termina na infância. Ele acompanha o indivíduo ao longo de toda a vida e

Leia mais »

Avaliação neuropsicológica infantil: o que é, quando fazer e o que ela realmente avalia

A avaliação neuropsicológica infantil é uma ferramenta fundamental para compreender como a criança funciona cognitivamente, emocionalmente e comportamentalmente no dia a dia. Diferente de testes isolados, ela constrói um perfil completo que orienta intervenções clínicas, estratégias educacionais e apoio familiar. Mais do que responder “o que a criança tem”, essa avaliação ajuda a entender como ela aprende, regula emoções e lidar com demandas do ambiente.   O que é a avaliação neuropsicológica infantil? Trata-se de um processo clínico estruturado que

Leia mais »

Ceia sem Estresse: Como Preparar Crianças Neurodivergentes para as Comemorações de Fim de Ano

O fim de ano costuma ser lembrado como um período de festa, abundância, encontros e tradição. Mas, para muitas famílias atípicas, dezembro não é sinônimo de celebração, é sinônimo de sobrevivência. Enquanto o mundo fala sobre mesas fartas e reuniões animadas, essas famílias precisam lidar com: ambientes lotados, barulhentos e imprevisíveis; seletividade alimentar severa; rotinas quebradas; julgamentos silenciosos (ou explícitos); expectativas sociais impossíveis de cumprir; a pergunta que não deveria existir: “Mas ele não vai comer isso?” Não é sobre

Leia mais »

6 Ideias Multissensoriais de Atividades nas Férias Escolares para crianças atípicas

Porque férias podem ser desafiadoras para crianças neurodivergentes? As férias escolares trazem momentos de descanso, descoberta e brincadeiras, mas para crianças com TEA, TDAH, Síndrome de Down, Dislexia e outras neurodivergências, a quebra da rotina pode gerar ansiedade, desregulação emocional e dificuldades de adaptação. Quando o cotidiano previsível é interrompido, o corpo e o cérebro, que dependem de organização e pistas externas, podem sentir sobrecarga. Por isso, planejar atividades multissensoriais e criar uma rotina visual simples ajuda a manter segurança,

Leia mais »

Por que o Mês Internacional da Pessoa com Deficiência é essencial para a sociedade?

O Mês Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado em dezembro, é um marco global de conscientização, luta e mobilização social. Criado para fortalecer o debate sobre direitos humanos, igualdade de oportunidades, acessibilidade e combate às barreiras que marginalizam milhões de pessoas, o mês tornou-se central para governos, instituições, empresas e a sociedade civil. No Brasil, a pauta tem relevância significativa: segundo o IBGE, 14,4 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, representando 7,3% da população. Entre eles, as mulheres

Leia mais »

Os desafios e oportunidades para uma educação inclusiva no Brasil.

Já parou para pensar na diferença entre estar presente e realmente pertencer? Quantas vezes você viu alguém “incluído” em um espaço, mas sem voz, sem participação real? Inclusão não é favor, é direito. E mais: não se trata apenas de colocar alguém em um grupo, mas de transformar o grupo para que todos caibam nele. Essa é a diferença entre integração e inclusão. A escola deveria ser o primeiro grande espaço de socialização. É ali que aprendemos sobre o mundo

Leia mais »

Como foi o workshop “Inclusão sem Mistérios: estratégias que funcionam em sala de aula”

No último fim de semana, o Instituto Paulinho Reis ficou lotado: professores, coordenadores, famílias e estudantes interessados se reuniram para um encontro intenso, prático e acolhedor sobre inclusão escolar que acontece na vida real.  Saímos com materiais prontos, protocolos de conduta, ajustes sensoriais testados em dinâmica, muita troca entre pares e a participação especial do Paulinho, lembrando por que fazemos tudo isso: inclusão é sobre gente, vínculos e pertencimento.   O conteúdo foi ministrado pelos nossos psicopedagogos Ionice Rocha e

Leia mais »

Setembro Amarelo & Autismo: Saúde mental de pessoas autistas e das mães atípicas

Precisamos falar sobre isso com acolhimento, informação e caminhos de cuidado. Pesquisas têm apontado risco aumentado de sobrecarga emocional, depressão e ansiedade em pessoas autistas e, especialmente, em mães que assumem o cuidado cotidiano. As causas são multifatoriais: rotinas intensas, pouco tempo para si, isolamento social, preocupações com o futuro e falta de suporte estruturado. Reconhecer esses fatores não é alarmismo; é conscientização para prevenir e cuidar.   Por que Setembro Amarelo importa no TEA Setembro Amarelo é um convite

Leia mais »

Dia do Musicoterapeuta: Musicoterapia e TEA — impacto positivo na comunicação e expressão emocional

A música tem um poder transformador: desperta emoções, cria conexões e abre caminhos para a expressão. Para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a musicoterapia é uma abordagem terapêutica que vai além do som — funciona como linguagem que estimula comunicação, interação social e expressão emocional, respeitando o tempo e a singularidade de cada criança. No Instituto Paulinho Reis (IPR), as sessões são conduzidas de forma individualizada, com escuta ativa, sensibilidade clínica e objetivos claros. Nosso foco

Leia mais »